domingo, 10 de junho de 2018

Oficina Arara





























































Sobre o encontro de Novembro de 2017
Doravante não faremos aqui, sobre estes encontros, comentários redigidos, excepto quando se trata de projectos mais amplos, como no caso da iniciativa «200 anos de resistência à sociedade industrial», lançada pelo Jorge Leandro Rosa. 
O último encontro, em Novembro de 2017, congregou ainda mais amigos e recém-chegados, uma trintena de pessoas no sábado, mais de vinte no domingo. Vindos de diversos sítios de Portugal, excepto do Algarve e da Beira Litoral (onde temos amigos muito ocupados…). Vindos também de Londres, dos Açores e do Príncipe. Catorze pessoas pernoitaram em casa, incluindo crianças. 
Esteve muito presente a convivialidade, os debates foram sérios e intensos, incluindo nestes, naturalmente, a capacidade de escuta, apesar de alguns momentos, naturais e nunca «pesados», conducentes a monopolizar a palavra ou a contradizer por sistema os interlocutores. Precisamos de reaprender a partilhar, a dialogar, a não sentir frustração por não termos razão de imediato, a não sentir incómodo ouvindo quem discorda de nós; de aprender a estar juntos construindo espaços comuns inter-individuais, em que o primeiro saber é a riqueza de um elo que está para além do enunciado verbal, mas cujo motor é esse enunciado (partilha crítica, mental e existencial). Mesmo que isso pareça apenas momentâneo. 
Estiveram presentes a alegria, a concentração e momentos inesperados, como quando o som improvisado de uma gaita-de-foles de súbito se eleva a meio do almoço, espontaneamente acompanhado por uma voz tonitruante, mas não desafinada. 
Passa-se aqui o que aprecio profundamente e que me falta no «mundo exterior» em geral. Digo-o como uma grata saudação aos amigos presentes e vindouros. 
Joëlle


















Sem comentários:

Enviar um comentário